sexta-feira, 31 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Filme: Desmundo
http://www.youtube.com/watch?v=oxQe_BeRba0
Filme sobre o início da colonização
portuguesa no Brasil. Falado em português arcaico
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Os 30 Primeiros anos da exploração mercantilista no Brasil
O começo da exploração se deu com a extração descontrolada do Pau-brasil, através do trabalho de indigenas (relações de escambo).
A devastação é um dos efeitos dessa exploração inicial. Alem disso, o carater da ocupação litoranea deve ser notado, pois ainda o Brasil possui a maioria de sua população vivendo no litoral.
Um dos fatores que impulsiona a ocupação é a Concorrência capitalista entre países da europa, especialmente o caso da França e Holanda entrando na disputa para ocupar regiões do Brasil - forçando Portugal a estruturar uma exploração para o Brasil.
Então, em 1530, uma expedição com Martin Afonso de Souza é enviada ao BR para dar inicio a fundação de uma colonia de exploração em Sâo Vicente (fundando São Vicente). Em Portugal, o reinado era de D. João III.
Com a finalidade de ocupar, explorar e defender o território (elementos decorrentes da competição mercantilista internacional), se inicia a efetivação do plano colonial com a criação das Capitanias. Além disso, o comércio com as "Índias" entrava em declínio.
As Capitanias, também chamadas de Capitanias Hereditárias, eram grandes faixas de terras doadas a comerciantes ricos, burocratas, aristocratas, para que eles dessem inicio a ocupação, exploração e defesa. No entanto, tal divisão de terras não levava em conta peculiaridades do país, apenas os interesses produtivos da Coroa portuguesa. A posse era dada aos homens, de modo que a administração subsequente passava para seus descendentes (daí o carater hereditário), contendo os "direitos e deveres" nas Cartas de Doação e Foral. O sistema de Capitanias Hereditárias dura de 1534 até 1760, e apenas duas terão um desempenho mais considerável: São Vicente e Pernambuco. Alguns dos motivos do fracasso produtivo podem ser vistos na grande extensão que possuiam, dificultando a administração e o domínio sobre a área; a falta de recursos, pois era dispendioso demais manter uma produção tecnica em terras tão longinquas; e ataques indígenas, como forma de resistências dos povos que já estavam vivendo no Brasil.
No entanto, o sistema de Capitanias ainda era insuficiente para a ocupação exploratória - era necessário avançar, e o sistema colonial passa a adotar uma centralização do poder, através de um Governo Geral, no Brasil. O Governo Geral era a forma de organizar o poder dentro do Brasil, mas atendendo aos interesses mercantilistas da Coroa portuguesa. Para isso, o Governador geral contava com o Provedor-mor(Finanças), o Ouvidor-mor(Justiça) e o Capitão-mor(segurança-repressão). A sede do Governo passa a ser Salvador, sendo os primeiros governadores: Tomé de Souza, Duarte da Costa e Mem de Sá.
A devastação é um dos efeitos dessa exploração inicial. Alem disso, o carater da ocupação litoranea deve ser notado, pois ainda o Brasil possui a maioria de sua população vivendo no litoral.
Um dos fatores que impulsiona a ocupação é a Concorrência capitalista entre países da europa, especialmente o caso da França e Holanda entrando na disputa para ocupar regiões do Brasil - forçando Portugal a estruturar uma exploração para o Brasil.
Então, em 1530, uma expedição com Martin Afonso de Souza é enviada ao BR para dar inicio a fundação de uma colonia de exploração em Sâo Vicente (fundando São Vicente). Em Portugal, o reinado era de D. João III.
Com a finalidade de ocupar, explorar e defender o território (elementos decorrentes da competição mercantilista internacional), se inicia a efetivação do plano colonial com a criação das Capitanias. Além disso, o comércio com as "Índias" entrava em declínio.
As Capitanias, também chamadas de Capitanias Hereditárias, eram grandes faixas de terras doadas a comerciantes ricos, burocratas, aristocratas, para que eles dessem inicio a ocupação, exploração e defesa. No entanto, tal divisão de terras não levava em conta peculiaridades do país, apenas os interesses produtivos da Coroa portuguesa. A posse era dada aos homens, de modo que a administração subsequente passava para seus descendentes (daí o carater hereditário), contendo os "direitos e deveres" nas Cartas de Doação e Foral. O sistema de Capitanias Hereditárias dura de 1534 até 1760, e apenas duas terão um desempenho mais considerável: São Vicente e Pernambuco. Alguns dos motivos do fracasso produtivo podem ser vistos na grande extensão que possuiam, dificultando a administração e o domínio sobre a área; a falta de recursos, pois era dispendioso demais manter uma produção tecnica em terras tão longinquas; e ataques indígenas, como forma de resistências dos povos que já estavam vivendo no Brasil.
No entanto, o sistema de Capitanias ainda era insuficiente para a ocupação exploratória - era necessário avançar, e o sistema colonial passa a adotar uma centralização do poder, através de um Governo Geral, no Brasil. O Governo Geral era a forma de organizar o poder dentro do Brasil, mas atendendo aos interesses mercantilistas da Coroa portuguesa. Para isso, o Governador geral contava com o Provedor-mor(Finanças), o Ouvidor-mor(Justiça) e o Capitão-mor(segurança-repressão). A sede do Governo passa a ser Salvador, sendo os primeiros governadores: Tomé de Souza, Duarte da Costa e Mem de Sá.
Aula: África Pré - colonial
-
Entre
os séculos XVI e XIX vieram aproximadamente 10 milhões de africanos
para a América: 4 milhões para o Brasil.
- Reinos Sudaneses:
Comércio:
Iam:
cereais, ouro, marfim, pimenta, âmbar e escravos;
Vinham:
sal, conchas, tecidos árabes
Contato:
com
o Islã.
Islamismo:
religião
monoteísta fundada por Maomé (570-632) a baseada nas escrituras do
Alcorão.
Reino
de Gana
-
Se
desenvolveu a partir do século III e declinou no séc. XIII, quando
foi incorporado ao Reino Mali
Reino
do Mali
-
Do
séc. XIII ao XVI: impôs sua hegemonia sobre a Bacia do Rio Níger.
Cidades:
Gao,
Djenne e Tombuctu localizavam-se a margem do Rio Níger e foram
grandes centros mercantis e políticos.
Tombuctu:
principais
pólos de cultura do continente africano, vastas bibliotecas,
madrasas (universidades islâmicas) e mesquitas. Ponto de encontro de
poetas, intelectuais e artistas da África e do Oriente Médio. Mesmo
após o declínio do Mali, continuou como um dos principais centros
islâmicos da África Subsaariana.
- Reinos Iorubas
-
Sociedades tipicamente urbanas, economias diversificadas e ofícios
especializados. Criaram importantes microestados e reinos.
Cidade-Estado de Ifé e o Reino do Benin.
- Maioria dos negros escravizados
para a Bahia era de ascendência ioruba (chamados de nagôs)
- Culto aos orixás: divindades
associadas a elementos da natureza como a água, terra, arco-íris,
trovão.
Cidade-Estado
de Ifé
Posição
Geográfica privilegiada: entre
a floresta, a savana e o litoral. Movimentado centro comercial.
Recebia tributos de outros mini-estados iorubas.
Movimentado
centro religioso. Peregrinação.
Lenda:
as
aldeias de Ifé teriam sido fundadas por um ancestral comum, Odudua,
orixá da criação. Os descendentes de Odudua teriam fundado outras
cidades na região.
Arte:
extremamente
refinada. Figuras humanas feitas em bronze, cobre e terracota eram
representações de reis, soldados, músicos e deuses (Imagens).
Inicio no sec. VI
Declínio no sec. XVI.
Reino
do Benin
Inicio por volta do Séc. XII e
foi até o século XIX
Séc. XV: Obá Ewuare expandiu o
reino e intensificou o comercio com os europeus: pimenta, marfim,
tecidos e escravos. Obá monopolizava vários setores do comércio.
Política
para comércio de escravos: durante
os séculos XV e XVII proibiu a exportação de escravos masculinos.
Passou a importar escravos da áfrica ocidental para exportar para
europeus.
Obás:
poderosos
detinham o monopólio do comercio se tornaram protetores de artesãos
e artistas que se especializaram em esculturas de bronze e cobre.
Declínio:
Em
1897 sob o pretexto de que o cônsul inglês haviam sido mortos, os
britânicos enviaram uma expedição com aproximadamente 1500 homens
ao Benin que pilhou as placas de bronze do palácio real e incendiou
a capital.
- Povo Banto
Características: capoeira,
berimbau e a cuíca, congada, caxambu, lundu, maracatu, candomblé de
angola são heranças do povo banto.
Reino
do Congo
Fundado:
séc.
XIV
Congo-Angola:
saiu boa parte dos negros que vieram para as Minas Gerais no Brasil
trabalhar na mineração no séc. XVIII.
Em
1485
Diogo Cão Esteve no Congo e voltou instruído para estabelecer um
contato amistoso com o rei do Congo (foi acompanhado de intérpretes
africanos). Voltou para Portugal acompanhado por um grupo de
congoleses, que tratados como amigos, foram à Portugal para
aprenderem a língua, a religião e os costumes.
Posteriormente
foram levados à África com presentes para o Rei de Congo. A partir
daí a relação entre o governo do Congo e de Portugal se
estreitaram. Imagem()
Conversão
do Manicongo ao cristianismo: O
rei do Congo iniciou um processo de assimilação da cultura
portuguesa e de estreitamento das relações diplomáticas. Em
1491
se converteu ao cristianismo, sendo batizado com o nome de D.
João I do Congo,
mandando construir uma Igreja.
Em
1506 assume o trono Afonso
I, que
governou por 37 anos e foi o rei mais importante da história
luso-congolesa.
Comércio
de escravos: Monopólio
real. Fez papel de missionário na divulgação dos mandamentos
cristãos.
O
catolicismo não pôs fim às tradições religiosas locais,
resultando em religiões sincréticas.
Resumo da aula (aula no saguão)
Motivos
para Expansão Marítima: Os
portugueses queriam comercializar diretamente com o Oriente (Com a
India, China, Arabes)
Iguarias:
Sedas,
jóias, porcelanas, óleos, tapetes e perfumes vindos da India,
China, Persia e Indonésia.
Caminho
tradicional para ter acesso às iguarias: Mercadores
Árabes traziam os produtos orientais até a costa do Mar
Mediterrâneo.(Portos da Síria e do Egito) que eram ali comprados
pelos burgueses italianos das cidades de Genova e Veneza.
Monopólio
dos Italianos: monopólio
dos italianos, sendo que tentar navegar por ele significaria ser
atacado, pagar altos impostos etc.
Quem
financiou a expansão:
Burgueses
classe dos comerciantes e Estado Absolutista (sendo a expressão da
nobreza feudal e da Igreja)
Périplo
Africano: Alcançar
a Índia e a China e o resto do Oriente, mas o que atraia mais
imediatamente era a própria África: que poderia fornecer ouro,
escravos e mesmo alimentos.
1415
- Ceuta
1425
e 1427 - Ilha
da Madeira e o arquipélago de Açores: Utilizavam essas ilhas para
plantar cana de açúcar com trabalho escravo.
Como
conseguiam os escravos: Os
africanos faziam guerras e escravizavam os prisioneiros. Depois
vendiam esses escravos aos portugueses, que pagavam
com: tecidos, cavalos, trigo e sal.
1498
– Vasco da Gama Contorna
a África e alcançou a Índia. Voltou com os navios abarrotado. Os
lucros foram de 6000%
E
prepararam uma expedição ainda maior que seria dirigida por Pedro
Álvares Cabral.
Tordesilhas:
Em
1943 a papa Alexandre VI, agindo como conciliador dividiu o oceano
Atlantico. As terras à esquerda pertenceriam à Espanha e às da
direita à Portugal. Portugal reivindicaram e puxaram a linha mais
para a esquerda, fato que lhes garantiu o Brasil, para em 1494
Tordesilhas fechado.
Em
1500: Cabral "chega" ao Brasil
Importancia
do Brasil: Estratégica
no sentido de que controla-lo ajudaria a manter o monopólio da rota
marítima para o Oriente. Pela direção do vento seria mais fácil
para os navios a vela fazerem escala aqui do que na áfrica.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Indicação de filmes para aulas futuras:
Brava Gente Brasileira:
http://www.youtube.com/watch?v=nYesIFc-C0U
O Mercador de Veneza:
http://www.youtube.com/watch?v=3Mpm3FeirH0
domingo, 17 de março de 2013
A questão do Positivismo
A questão do Positivismo
Neste primeira aula, trabalhamos a questão do método positivista de construção da história. O que isso significa? O conhecimento positivista filtra e se baseia nas fontes chamadas "oficiais", deixando de lado elementos que possam influênciar na "neutralidade" do trabalho. Mas quem realiza um trabalho de contrução histórica não está isento de interesses, e a seleção de fontes e de aspectos é um modo de criar uma história que pode estar carregada de opnião e interesses de classe.
O exemplo dos trabalhos que a mídia faz ajuda a compreender a questão de como a história pode ser construída. Diferentes jornais não abordam do mesmo jeito um determinado caso, e com isso há a produção de "inexistências"( na verdade, é o esquecimento do que pode ser subversivo, perigoso à ordem).
Para diferenciar as abordagens sobre um mesmo fato histórico utilizamos dois vídeos que tratavam do mesmo caso, porém com perspectivas muito distintas. Assistam os vídeos e comparem, buscando observar quais os diferentes objetivos de classe que estão envolvidos por trás dos comentários.
Links dos vídeos:
Vídeo 1 - com a abordagem da grande mídia
http://www.youtube.com/watch?v=qsMxK2dCz8U
Vídeo 2 - construído pelo movimento estudantil
http://www.youtube.com/watch?v=jN-86J-m08I
Neste primeira aula, trabalhamos a questão do método positivista de construção da história. O que isso significa? O conhecimento positivista filtra e se baseia nas fontes chamadas "oficiais", deixando de lado elementos que possam influênciar na "neutralidade" do trabalho. Mas quem realiza um trabalho de contrução histórica não está isento de interesses, e a seleção de fontes e de aspectos é um modo de criar uma história que pode estar carregada de opnião e interesses de classe.
O exemplo dos trabalhos que a mídia faz ajuda a compreender a questão de como a história pode ser construída. Diferentes jornais não abordam do mesmo jeito um determinado caso, e com isso há a produção de "inexistências"( na verdade, é o esquecimento do que pode ser subversivo, perigoso à ordem).
Para diferenciar as abordagens sobre um mesmo fato histórico utilizamos dois vídeos que tratavam do mesmo caso, porém com perspectivas muito distintas. Assistam os vídeos e comparem, buscando observar quais os diferentes objetivos de classe que estão envolvidos por trás dos comentários.
Links dos vídeos:
Vídeo 1 - com a abordagem da grande mídia
http://www.youtube.com/watch?v=qsMxK2dCz8U
Vídeo 2 - construído pelo movimento estudantil
http://www.youtube.com/watch?v=jN-86J-m08I
Programa de História do Brasil
Plano de atividades
Disciplina de História do Brasil
Parte 1
1. Que Brasil havia?
Buscaremos analisar qual caráter possuía a sociedade existente nas terras que vieram a ser colonizadas por portugueses e demais países europeus.
Resgate de traços da cultura indígena e Africa pré-colonial(reinos sudanes, iorubas, povo banto)
2. O contexto de Expansões mercantis
Através de filmes, textos e debates, teremos a oportunidade de compreender quais interesses perpassavam a sociedade capitalista emergente.
- Formação dos Estados Nacionais – o caso de Portugal
- Filme: O Mercador de Veneza
3. A pré-colonização do capital mercantil e suas consequências
Quais os interesses no empreendimento de uma colonização tão longínqua como a do Brasil? Poderemos perceber quais as necessidades da Metrópole e qual o tipo de intervenção pretendida para o Brasil.
As capitanias hereditárias e o Governo Geral
Estrutura do plantation
4. Que sociedade havia durante a produção do açúcar
Buscaremos observar o tipo de sociedade existentes, quais classes haviam e qual relação dessas classes com o capitalismo em geral.
Quilombos: aprofundamento em Palmares.
5. A Colônia de ouro e suas relações internacionais
Diferentes países possuíam interesse no Brasil, e será de interesse observar as ligações que Portugal realizava com outros países, bem como a constituição direta que potências da época estabeleciam com o Brasil, por exemplo, Inglaterra e Holanda. A Produção extrativista do ouro será foco nesse momento.
- Bandeiras
Revisão de Conteúdo
Parte 2
6. Quais resistências haviam?
A passividade não foi marca da colonização, ao contrário. Ocorreu muita resistência à destruição e à exploração. Revoltas chamadas Nativistas e Coloniais serão observadas, levando em conta o tipo de sociedade existente e quais objetivos cada revolta possuía.
7. Em busca da independência. O que mudou?
A independência da colonia em relação à metrópole ocorreu de que modo? É possível que a estrutura social tenha permanecido a mesma, mesmo depois da independência formal de Portugal.
-Período Joanino (Napoleão e a Revolução Francesa)
-Processo de Independência do Brasil
8. O I Reinado
O reconhecimento internacional da Independência e os interesses econômicos que perpassam o processo de independência e do I Reinado são de interesse aqui. Mas logo de início o governo é anti-democrático no Brasil, como no caso da elaboração da constituição de 1824, e problema econômicos são presentes no conturbado governo monárquico.
Confederação do Equador e a Guerra da Cisplatina
A crise e abdicação de D. Pedro I
9. A transição de poderes nas Regências
A instabilidade política ocorre junto da emergência de grupos de poder no país, que cada vez mais buscavam privilégios e a defesa de interesses próprios. A ideologia liberal havia percorrido da Europa até a chegar em parte da sociedade brasileira.
Revoltas e Levantes do Período Regencial
10. II Reinado
- A produção do Café (a questão dos barões do café)
11. Aspectos do capitalismo em fins do seculo XIX
Buscaremos abordar a relação que o Brasil possuía com as sucessivas revoluções industriais que dinamizavam o capitalismo europeu e norte-americano, tendo em conta o papel que o Brasil cumpria na divisão internacional do trabalho.
Revisão de Conteúdo
Parte 3
12. Guerra do Paraguai e revoltas internas
Qual papel o Brasil construiu na América Latina? Quais as contradições internas que levaram diferentes grupos políticos a se sublevarem contra o Estado? Buscaremos responder à essas questões observando fatos importantes, como o massacre realizado pelo exercito brasileiro sobre a sociedade paraguaia.
13. O que leva o Brasil à condição de República?
A presença dos latifúndios, os partidos políticos e a disputa de interesses que perpassavam o Estado deverão ser buscados com o objetivo de compreender as condições que alteram a forma política do Brasil.
14. Lei de Terras e a questão Negra no Brasil
- Racismo, Teoria do Branqueamento.
(os demais conteúdos serão atualizados em breve!...enviem propostas!)
Disciplina de História do Brasil
Parte 1
1. Que Brasil havia?
Buscaremos analisar qual caráter possuía a sociedade existente nas terras que vieram a ser colonizadas por portugueses e demais países europeus.
Resgate de traços da cultura indígena e Africa pré-colonial(reinos sudanes, iorubas, povo banto)
2. O contexto de Expansões mercantis
Através de filmes, textos e debates, teremos a oportunidade de compreender quais interesses perpassavam a sociedade capitalista emergente.
- Formação dos Estados Nacionais – o caso de Portugal
- Filme: O Mercador de Veneza
3. A pré-colonização do capital mercantil e suas consequências
Quais os interesses no empreendimento de uma colonização tão longínqua como a do Brasil? Poderemos perceber quais as necessidades da Metrópole e qual o tipo de intervenção pretendida para o Brasil.
As capitanias hereditárias e o Governo Geral
Estrutura do plantation
4. Que sociedade havia durante a produção do açúcar
Buscaremos observar o tipo de sociedade existentes, quais classes haviam e qual relação dessas classes com o capitalismo em geral.
Quilombos: aprofundamento em Palmares.
5. A Colônia de ouro e suas relações internacionais
Diferentes países possuíam interesse no Brasil, e será de interesse observar as ligações que Portugal realizava com outros países, bem como a constituição direta que potências da época estabeleciam com o Brasil, por exemplo, Inglaterra e Holanda. A Produção extrativista do ouro será foco nesse momento.
- Bandeiras
Revisão de Conteúdo
Parte 2
6. Quais resistências haviam?
A passividade não foi marca da colonização, ao contrário. Ocorreu muita resistência à destruição e à exploração. Revoltas chamadas Nativistas e Coloniais serão observadas, levando em conta o tipo de sociedade existente e quais objetivos cada revolta possuía.
7. Em busca da independência. O que mudou?
A independência da colonia em relação à metrópole ocorreu de que modo? É possível que a estrutura social tenha permanecido a mesma, mesmo depois da independência formal de Portugal.
-Período Joanino (Napoleão e a Revolução Francesa)
-Processo de Independência do Brasil
8. O I Reinado
O reconhecimento internacional da Independência e os interesses econômicos que perpassam o processo de independência e do I Reinado são de interesse aqui. Mas logo de início o governo é anti-democrático no Brasil, como no caso da elaboração da constituição de 1824, e problema econômicos são presentes no conturbado governo monárquico.
Confederação do Equador e a Guerra da Cisplatina
A crise e abdicação de D. Pedro I
9. A transição de poderes nas Regências
A instabilidade política ocorre junto da emergência de grupos de poder no país, que cada vez mais buscavam privilégios e a defesa de interesses próprios. A ideologia liberal havia percorrido da Europa até a chegar em parte da sociedade brasileira.
Revoltas e Levantes do Período Regencial
10. II Reinado
- A produção do Café (a questão dos barões do café)
11. Aspectos do capitalismo em fins do seculo XIX
Buscaremos abordar a relação que o Brasil possuía com as sucessivas revoluções industriais que dinamizavam o capitalismo europeu e norte-americano, tendo em conta o papel que o Brasil cumpria na divisão internacional do trabalho.
Revisão de Conteúdo
Parte 3
12. Guerra do Paraguai e revoltas internas
Qual papel o Brasil construiu na América Latina? Quais as contradições internas que levaram diferentes grupos políticos a se sublevarem contra o Estado? Buscaremos responder à essas questões observando fatos importantes, como o massacre realizado pelo exercito brasileiro sobre a sociedade paraguaia.
13. O que leva o Brasil à condição de República?
A presença dos latifúndios, os partidos políticos e a disputa de interesses que perpassavam o Estado deverão ser buscados com o objetivo de compreender as condições que alteram a forma política do Brasil.
14. Lei de Terras e a questão Negra no Brasil
- Racismo, Teoria do Branqueamento.
(os demais conteúdos serão atualizados em breve!...enviem propostas!)
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